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Esta página foi preparada com o intuito de esclarecer, através de uma linguagem mais simples, os principais aspectos relacionados à Biópsias de Próstata, Tireóide, e Mama, descrevendo procedimentos específicos, patologias e informações gerais relevantes.
Todo o conteúdo foi preparado pela Dra. Suzana Aquino Cavallieri, médica radiologista da Rede Labs D'or e do Instituto Nacional de Câncer.

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O hipotireodismo é a alteração funcional mais freqüente da tireóide. Ocorre quando a glândula está pouco ativa, ou seja, produzindo poucos hormônios. Os principais sintomas são: desânimo, aumento do volume da glândula, intolerância ao frio, cansaço, constipação intestinal, perda de memória, cabelo frágil entre outros. Quando o hipotireoidismo ocorre na infância pode acarretar danos irreversíveis, como retardo mental e do desenvolvimento físico. As mulheres são mais acometidas quatro vezes mais do que os homens. Sendo a maior incidência em torno dos 50 anos.


Ao contrário do hipotireoidismo, no hipertireoidismo a glândula tireóide trabalha mais e conseqüentemente produz muito hormônio. Os sintomas mais freqüentes desse excesso de produção são: ansiedade, insônia, tremores, falta de ar, dificuldade de enxergar, emagrecimento rápido, aumento do volume da glândula entre outros. Freqüentemente também ocorrem a protusão dos olhos, taquicardia, e diarréia. As formas mais graves quando não tratadas podem evoluir para insuficiência cardíaca.


Os nódulos podem ser benignos ou malignos e uma vez diagnosticados, o médico especialista precisa reunir uma série de exames clínicos e laboratoriais para melhor acompanhar o paciente, muitas vezes sendo necessário a indicação de uma punção biopsia. Com a popularização da ultra-sonografia, o achado incidental de nódulos clinicamente não suspeitados, aumentou mais ainda a estatística de nódulos na tireóide. Quando não interferem na produção dos hormônios, os nódulos não causam sintomas sendo somente percebidos no exame clínico (aumento do volume localizado ou difuso da glândula) ou, incidentalmente em um check-up ultra-sonográfico. É mais comum nas mulheres, e de forma múltipla, sendo denominados neste caso de bócio multinodular.
 
 
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